Mostrar mensagens com a etiqueta porto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta porto. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Dia Agitado . . .

Mais Um Dia Passado . . .

Saindo cedo de manhã de casa, Alfredo Côrte-Real deslocou-se ao Tribunal de Barcelos com o intuito de finalizar o processo da sua candidatura à Câmara Municipal de Barcelos.

De seguida, deslocou-se ao Tribunal de Esposende, para resolver uma situação pendente com a candidatura à Câmara Municipal de Esposende, pois a lista tem mais mulheres do que homens. Tanta coisa para incluir mulheres e afinal, no fim temos que adicionar homens! Parece que não se decidem, ou não sabem o que querem . . .

No fim partiu em direcção a Matosinhos, tendo-se reunido com António Trancoso, candidato à Câmara Municipal de Matosinhos, deslocando-se os dois à Câmara para regularizar e ultimar este processo.

Por fim, ainda o Mandatário, ainda passou pelo Tribunal do Porto, para definitivamente ultimar a candidatura às Eleições Legislativas pelo círculo do Porto, onde Alfredo Côrte-Real é o cabeça de lista.

No final da tarde, o încansável Conselheiro Nacional, e António Trancoso, ainda deram uma entrevista ao jornal local, Matosinhos Hoje, sempre bem dispostos e sorridentes.

Finalizada a entrevista, que sairá na próxima edição deste jornal, Alfredo Côrte-Real ainda fez uma breve passagem por Barcelos de novo, aproveitando para falar com alguma pessoas.

No início da noite, e já na freguesia de Palme, esteve presente na Procissã de Velas a Nossa Senhora de Fátima.


terça-feira, 11 de agosto de 2009

Dinheiros Mal Empregues . . .

Dinheiro Mal Gasto . . .

Tenho reparado como se tem gasto dinheiro estúpidamente nas campanhas, o que me preocupa de sobremaneira, e em especial, tendo em consideração as dificuldades da maior parte da população Portuguesa.

Por um lado, o mau emprego do dinheiro, em verbas avultadas, com o simples intuito de obtenção de votos, por outro lado os benefícios que essa verbas bem empregues poderiam gerar!

Não será desleixo com o bem estar dos mais carenciados, má formação e tentativa de compra das pessoas este abusivo gasto de dinheiros, e muitos de proveniência dos impostos? As verbas atribuidas aos partidos…

Será que, os candidatos tem que oferecer brindes, bonés, chapéus, bolas, autocolantes para conseguirem os votos dos cidadãos? Será que estes não tem mérito próprio?!

Não seriam mais bem empregues, estas verbas exurbitantes, na construção de Lares para a Terceira Idade, Infantários para Crianças Carenciadas, criando postos de trabalho e mais riqueza para as localidades, beneficiando toda uma comunidade onde se inserem?

É bom que se reflita um pouco sobre isto, e que se redefinam as nossas prioridades. Que se deixe de pensar nos facilitismos e olhemos mais para o bem comum, e em prol de uma sociedade mais evoluída e mais bem distribuida!

Há que pensar . . .


Alfredo Côrte-Real
Conselheiro Nacional do PPM



sábado, 18 de julho de 2009

Clube Literário do Porto . . .

Os 100 Anos da República Monárquica . . .



Barcelos, mais uma vez, presente nas Tertúlias e Jornadas Culturais, fora do Concelho!
...
Teve início, ontem pelas 21h30m, no Clube Literário do Porto, um círculo de conferências dedicado às comemorações dos 100 anos da República, tendo em vista promover um debate sobre as vantagens, ou não..., da República.
...
A conferência foi subordinada ao tema "Os 100 anos da República Monárquica", e para a qual foram convidadas individualidades como o Presidente do PPM, Nuno da Câmara Pereira e do Conselheiro Nacional Alfredo Côrte-Real. Estiveram tambem presentes o Professor Doutor António Matos e António Trancoso, delegado do PPM para Matosinhos.
...
A conferência teve um elevado sucesso, constatado pelas opiniões das pessoas que assistiram e que, no fim, tiveram a oportunidade de interpelar e questionar a mesa de conferencistas.
...
É de louvar que, ainda haja (se bem que muito poucas!), algumas tentativas de esclarecimento, ao Público em geral, do que foi o Regicídeo, como foram as primeiras Républicas, que problemas tiveram, que factos contribuiram, os resultados dessas mesmas formas de governo até à actual situação em que nos encontramos hoje.
...
De facto, há 100 anos atrás, será que estávamos na situação em que estamos hoje? Será que há diferenças significativas?! Efectivamente, há . . . O PIB na altura era bem superior ao de hoje, a dívida externa bem menor, a corrupção instalada hoje é altamente superior, e na altura, apesar da instabilidade mundial, a estabilidade e segurança interna era bem maior e melhor do que a actual!
. . .
Haja Informação e Correctos Esclarecimentos ! ! !

. . .