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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Barcelos Noticias . . .

Alfredo Côrte-Real . . .


Alfredo Côrte-Real, depois de assinar o despacho do Juíz do Tribunal de Barcelos, dizendo que a entrega dos documentos para a Candidatura estavam todos de acordo com a Lei, e por isso, a candidatura se encontrava devidamente formalizada, passou por uma tabacaria, comprando os jornais que referiam as noticias referentes à autarquia de Barcelos.
O Conselheiro Nacional, cidadão sempre preocupado e informado sobre os problemas da Região, procura manter um contacto pessoal, personalizado e diário com os Cidadãos de Barcelos, priveligiando uma campanha nas ruas, sem aviso prévio, pois só assim se depara com os cenários verdadeiros de uma dura realidade.

domingo, 26 de julho de 2009

Provedor Municipal . . .

Jornal "Diário do Minho"

Paternidade Do Provedor Municipal ...
Os vereadores da Coligação “Juntos por Braga” formalizaram uma proposta, numa recente reunião camarária, para a criação de um Provedor do Município, apontando o nome de Sousa Fernandes, ex-presidente da Assembleia Municipal de Braga.
Veio logo a público, a reivindicação pelo Bloco de Esquerda da paternidade sobre a criação da mesma figura.

Apraz saber ao P.P.M., que outros partidos se augurem de tais factos e que estejam em consonância com as ideias que o P.P.M. propôs em 23-04-1992, que foi publicado pelo Diário do Minho e Jornal de Notícias do dia 24-04-92 e que defendia a criação do mesmo provedor municipal.

Teoricamente, qualquer cidadão que se veja prejudicado nos seus direitos, poderá recorrer directamente ao Provedor de Justiça, que esta entidade velará pelo respeito das Leis e dos direitos e liberdades dos cidadãos.

Na prática, tantas são as queixas apresentadas ao Provedor de Justiça, que a acção profilática que poderia ter mediante os abusos de poder, nem sempre se fazem sentir.

Ocorre ao P.P.M., que seria da maior utilidade ser criada a figura do Provedor Municipal, onde o munícipe se pudesse dirigir, sempre que os seus direitos são violados pelo Poder Autárquico.
Em Braga, embora se corresse o risco de atafulhar a “Provedoria Municipal”, poderia o cidadão reclamar de acções lesivas dos seus direitos, como por exemplo a usurpação de espaços públicos, como o que ocorreu na Praceta Porfírio da Silva, os lotes junto ao Mercado Municipal da Carandá, etc.

“Qui habet aures audiendi, audiat”